O levantamento cobrirá 52,4 mil km² e tem objetivo de obter insights sobre estruturas subterrâneas e o potencial de petróleo e gás
07/05/2026
A Staatsolie (estatal de energia do Suriname) fará um levantamento sísmico nas águas rasas do país. O levantamento cobrirá 52,4 mil km² e tem objetivo de obter insights sobre estruturas subterrâneas e o potencial de petróleo e gás.
Segundo comunicado divulgado na quarta-feira (6), a área escolhida se estende a costa até a metade do caminho entre os blocos offshore 15, 52 e 58, entre as fronteiras marítimas com a Guiana Francesa e a Guiana.
A companhia também deverá realizar uma Avaliação de Impacto Ambiental Limitado (EIA) antes das atividades sísmicas. A empresa Ilaco Suriname será a responsável.
E&P no Suriname
Os blocos 15, 52 e 58 mencionados têm como operadores, respectivamente, a Petrochina (70%) e a Paradise Oil Company (POC) (30%), uma subsidiária da Staatsolie; a Petronas (80%) e a POC (20%); e TotalEnergies (50%) e APA Corporation (50%).
Ao todo, são 16 blocos em consórcio ou com participações únicas no Suriname.
O Bloco 5 tem a Chevron como operadora (40%) em parceria com a Qatar Energy (20%) e a Paradise Oil Company, subsidiária da Staatsolie (40%); o Bloco 6 tem a operação pela TotalEnergies (40%) em conjunto com a Qatar (20%) e a POC (40%); já o consórcio do Bloco 7, há a Chevron como operadora (80%) e a POC (20%). No Bloco 8, as empresas e as participações são as mesmas do Bloco 6.
O Bloco 9 tem a Petronas (30%) como operadora, em parceria com as empresas Chevron (20%), QatarEnergy (20%) e POC (30%). No Bloco 10, a Chevron é a operadora (30%), em parceria com a Petronas (30%), QatarEnergy (30%) e POC (10%). A Petrochina é a operadora (70%) em parceria com a POC (30%) também do Bloco 15, enquanto a Shell opera o Bloco 42 com 33,3% de participação, junto da Hess e a Chevron, ambas com a mesma percentagem.
Os blocos 48 e 63 têm como única operadora a Petronas. Já a TotalEnergies opera o Bloco 58 (50%), junto da APA Corporation (50%), e o Bloco 64 (40%), em parceria com a Qatar Energy (30%) e a Petronas (30%). Por fim, o bloco 66 é operado também pela Petronas (80%) com a POC (20%).
Fonte: Brasil Energia

