Produção de petróleo em regime de partilha atinge recorde em março

O volume mensal de 1,57 milhão de bpd superou o último pico, cerca de 1,54 milhão de bpd em outubro de 2025
19/05/2026

A produção de petróleo em regime de partilha em março atingiu 1,57 milhão de bpd. O valor foi recorde em comparação com o último pico (1,54 milhão de bpd em outubro de 2025) e 7% maior que o de fevereiro (1,47 milhão de bpd), segundo o Boletim Mensal de Produção divulgado nesta terça-feira (19) pela PPSA. 

O aumento mensal está relacionado pela entrada do terceiro poço produtor de Bacalhau e pelo retorno operacional das unidades P-70, em Atapu, e P-76, em Búzios, após paradas programadas para manutenção.

Búzios foi o maior campo produtor, com 654,89 mil bpd, seguido de Mero, com 633,67 mil bpd.

 A parcela de petróleo da União atingiu 184 mil bpd em março, considerando os contratos de partilha de produção (CPPs) e os acordos de individualização da produção (AIPs), resultado 1% superior ao de fevereiro (182 mil bpd).

Nos contratos de partilha, a parcela de petróleo da União foi de 164 mil bpd, com destaque para Mero, que respondeu por 78% da produção, com 128,08 mil bpd.

Desde o início da série histórica, em 2017, a produção acumulada em regime de partilha soma 1,66 bilhão de barris, sendo 127,71 milhões de barris destinados à União.

Em relação ao gás natural, a parcela exportada pela União foi de 244 mil m³/d em cinco contratos de partilha de produção e nos AIPs de Tupi e Jubarte. 

Já a parcela mensal da União nos contratos de partilha de produção atingiu 150 mil m³/d, um aumento de 25% em relação a fevereiro (120 mil m³/d). 

Isso se deu devido ao retorno das operações da unidade P-76, em Búzios, apesar da redução de 21% na exportação de Espadim, pelo início de parada programada de produção.

Fonte: Brasil Energia

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