CoreMarine e Jumbo Offshore firmam contrato com a Southern Energy

Companhias serão responsáveis pelo transporte e instalação dos sistemas de amarração e a conexão dos FLNGs (Floating Liquefied Natural Gas) Hilli Episeyo e MK II, no Golfo San Matías, na Argentina
16/04/2026

A CoreMarine, empresa especializada em engenharia naval, e a Jumbo Offshore, empresa de transporte marítimo de cargas pesadas e de serviços de transporte e instalação offshore, firmaram um contrato com a Southern Energy, empresa formada para viabilizar as exportações de GNL da Argentina, para o transporte e instalação dos sistemas de amarração e a conexão dos FLNGs (Floating Liquefied Natural Gas) Hilli Episeyo e MK II, no Golfo San Matías, na província de Río Negro. 

Como contratada principal, a CoreMarine contratará a Jumbo Offshore para transportar e instalar o sistema de amarração, incluindo atividades de içamento de cargas pesadas e cravação de estacas. A CoreMarine dará continuidade ao trabalho com atividades de mergulho e construção, incluindo instalação de carretéis, lastro, conexão de risers, pré-comissionamento, posicionamento e conexão de ambas as unidades, que possuem capacidade combinada de 6 milhões de t/ano de GNL.

Os sistemas de amarração, que são do tipo soft-yoke (SSY), fornecidos pela NOV, permitirão que ambas as unidades girem em torno de um único ponto de amarração. Isso elimina a necessidade de infraestrutura fixa, como cais. Os trabalhos de engenharia do projeto já foram iniciados pela CoreMarine e Jumbo Offshore, e a expectativa é que as embarcações Hilli Episeyo e MK II sejam instaladas em 2027 e 2028, respectivamente.

A Southern Energy, também conhecida como Sesa, é um consórcio formado pela Pan American Energy (30%), YPF (25%), Pampa Energía (20%), Harbour Energy (15%) e Golar LNG (10%), que tem como objetivo transformar a Argentina em um país exportador de GNL. Recentemente, o consórcio firmou um contrato com a empresa alemã Sefe (Securing Energy for Europe), que prevê o fornecimento de 2 milhões de t/ano de GNL durante oito anos, a partir do final de 2027. 

Fonte: Brasil Energia

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