30/07/2026
A arrecadação das receitas federais totalizou R$ 264,4 bilhões em junho deste ano, resultado 7,7% superior, em termos reais, ao registrado no mesmo mês de 2025, já descontada a inflação. No acumulado do primeiro semestre, o total arrecadado chegou a aproximadamente R$ 1,587 trilhão, avanço real de 6,6% ante igual período do ano passado. Do montante arrecadado em junho, R$ 255,3 bilhões referem-se especificamente às receitas administradas pela Receita Federal.
Segundo o órgão, o desempenho positivo foi impulsionado pelo comportamento favorável dos principais indicadores que influenciam a arrecadação, como o nível de atividade econômica, a massa salarial e o volume de importações.
Entre os tributos com maior contribuição para o resultado estão o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), cuja arrecadação conjunta somou R$ 33,2 bilhões em junho, com alta real de 20,4% na comparação anual. Já a arrecadação previdenciária atingiu R$ 64,48 bilhões no mês, crescimento real de 4,7% em relação a junho de 2025. A Receita Federal atribui esse resultado ao aumento real da massa salarial e à redução da desoneração da folha de pagamento, em razão dos efeitos da reoneração gradual das contribuições patronais.
O comércio exterior também contribuiu para o desempenho: a arrecadação vinculada às importações cresceu 22,87% na comparação com junho de 2025, impulsionada pela expansão do volume importado. Na mesma linha, o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre rendimentos de capital registrou alta real de 12,4%, refletindo o desempenho das aplicações financeiras no período. Com informações do Agencia Brasil.
Fonte: Notíciais Fiscais




