O campo de Caburé foi o principal responsável pela alta. O mês de março também apresentou volumes recordes de vendas
01/04/2026
A Alvopetro vendeu 2,9 mil boe/d no primeiro trimestre de 2026, um aumento de 7,9% frente ao 4T25 (2,7 mil boe/d), segundo dados operacionais divulgados na quarta-feira (1).
O campo de Caburé demonstrou maiores vendas no trimestre, com 11,729 milhões de pés cúbicos/d (ou 332,12 mil m³/d). Foi maior em 21,4% em relação ao trimestre anterior (9,655 milhões de pés cúbicos/d ou 273,39 mil m³/d).
Em Murucututu, as vendas foram de 4,7 milhões de pés cúbicos/d (ou 134,7 mil m³/d), sendo menor (-12,4%) que o visto no 4T25 (5,4 milhões de pés cúbicos/d ou 153,95 mil m³/d).
No mês de março, as vendas foram de 3 mil boe/d, o que foi um aumento de 7,8% em comparação com fevereiro (2,8 mil boe/d). Caburé apresentou volumes de 12,1 milhões de pés cúbicos/d (ou 343,79 mil m³/d) e Murucututu 4,8 milhões de pés cúbicos/d (ou 136,74 mil m³/d).
Segundo a Alvopetro, o seu novo preço de gás natural (R$ 1,85/m³), que entrou em vigor no dia 1º de fevereiro deste ano, proporcionou essa alta nas vendas mensais. Além disso, com este nível de vendas e incluindo os rendimentos esperados de líquidos de gás natural (condensado), os volumes do Brasil em 2026 terão uma média de aproximadamente 2,9 mil boe/d, um aumento de 20% em relação às vendas de 2025 (2,4 mil boe/d).
A Alvopetro é operadora de cinco campos em produção: Bom Lugar, Caburé, Caburé Leste, Mãe-da-Lua e Murucututu, todos com 100% de participação e localizados na Bacia do Recôncavo, segundo dados da ANP. Na fase exploratória, detém 100% de participação nos blocos REC-T-182 e REC-T-183, também no Recôncavo.
Em outubro, a companhia assinou um contrato de cessão para alienar participações nos campos de Bom Lugar e Mãe da Lua. O acordo tem valor de US$ 600 mil e está sujeito a aprovações regulatórias, incluindo a da ANP.
Fonte: Brasil Energia


