Suno Asset conclui a aquisição de 20 UFVs

A operação movimentou R$ 436 milhões e resultou no acréscimo de 85,9 MWp de capacidade instalada
02/02/2026

A Suno Asset concluiu a aquisição de 20 usinas fotovoltaicas operacionais pelo fundo Suno Energias Limpas, em uma transação que envolveu a alocação de R$ 436 milhões. A operação acrescenta 85,9 MWp de capacidade instalada ao portfólio, distribuídos em 22 cidades de oito estados brasileiros. 

Com a aquisição, a empresa inicia nova fase operacional do fundo e materializa o plano de crescimento após a quarta oferta pública, que levantou mais de R$ 620 milhões para acelerar a estratégia de consolidação em geração distribuída. 

Todas as usinas estarão totalmente operacionais e conectadas no momento da conclusão das operações. Em conjunto, os ativos adquiridos apresentam Taxa Interna de Retorno Real (TIR) média líquida projetada de 14,1% ao ano, além de geração anual estimada de cerca de 154,4 mil MWh. 

As aquisições estão alinhadas ao mandato apresentado ao mercado durante a quarta oferta pública do fundo, desenhada para converter rapidamente capital em ativos operacionais, com geração imediata de caixa e retorno ajustado ao risco. A estratégia prioriza a compra de usinas prontas, já conectadas e com contratos vigentes, reduzindo riscos de construção, ramp-up operacional e vacância, além de mitigar a chamada curva J típica de projetos greenfield. 

“Encerramos a captação com uma tese muito clara: transformar rapidamente o capital levantado em ativos operacionais, de qualidade e com retorno ajustado ao risco. Essa primeira grande rodada de aquisições materializa exatamente essa estratégia”, afirma Vitor Duarte, CIO da Suno Asset. “São projetos com geração imediata de receita, boa diversificação regional e preços de entrada atrativos, o que permite crescer preservando valor para o cotista”, complementa. 

As aquisições ampliam a diversificação do fundo, com ativos localizados nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Bahia e Pernambuco. A dispersão territorial contribui para reduzir riscos operacionais e regulatórios, além de ampliar a exposição do portfólio a diferentes mercados de consumo de energia no país. 

Fonte: Brasil Energia

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