Companhia estima de 4 a 8 milhões de barris de óleo recuperável em Troll e de 5 a 9 milhões de boe em gás e condensado na quarta descoberta em Sleipner
11/03/2026
A Equinor anunciou, na terça-feira (10), a descoberta de petróleo no ativo de Troll e de gás e condensado na região de Sleipner. Ambas as descobertas são comerciais.
Em Troll, a descoberta Byrding C teve perfuração pela plataforma COSL Innovator no poço 35/11-32 S. A estimativa é que contenha de 4 a 8 milhões de barris de óleo recuperável.
“O petróleo descoberto em Byrding C será produzido utilizando a infraestrutura existente ou futura na região”, disse em comunicado a vice-presidente de exploração e produção na região Troll, Lill H. Brusdal.
Desde 2018, a Equinor participa da perfuração de 26 poços exploratórios na área estendida do Troll, que também inclui o Fram. Dezenove descobertas foram feitas, resultando em uma taxa de descoberta superior a 70%. A Equinor opera Troll com 75% de participação em parceria com NPEX Idemitsu Norge AS (25%).
Já na região Sleipner, a descoberta de Frida Kahlo foi perfurada a partir da plataforma Sleipner B. O poço está localizado a noroeste do campo Sleipner Vest e estima-se que contenha de 5 a 9 milhões de boe em gás e condensado. A previsão é colocar o poço em funcionamento em abril.
Esta é a quarta descoberta da Equinor em Sleipner, sendo as outras três Lofn, Langemann e Sissel. Todos os quatro poços de exploração mais recentes na área possuem gás e condensado comprovados, com recursos estimados combinados entre 55 e 140 milhões de boe.
De acordo com a vice-presidente de exploração e produção na região de Sleipner, Cecilie Rønning, na área concentra-se um centro de exportações de gás à Europa. “As descobertas dão motivos para otimismo, pois planejamos perfurar mais três poços de exploração e dois novos poços de produção na região este ano”, explicou a executiva.
A Equinor opera (58,3%) Sleipner em conjunto com Orlen Upstream Norway AS (24,4%) e Vår Energi (17,2%).
As descobertas de Lofn e Langemann foram feitas sob a licença de produção 1140 junto com a Aker BP, em dezembro de 2025; a descoberta do Sissel, feita em janeiro deste ano, foi feita na licença de produção 1137 junto com o Orlen Upstream Norway.
A Equinor planeja que estas três descobertas sejam desenvolvidas como conexões submarinas à infraestrutura existente, com o objetivo de colocá-las em operação em dois a três anos.
Fonte: Brasil Energia



