Eficiência energética: R$ 96 milhões em editais da Enel Brasil

Iniciativa contempla projetos de modernização, geração solar e, pela primeira vez, sistemas BESS no RJ, SP e CE
20/02/2026

A Enel Brasil lançou, neste mês, os editais da Chamada Pública de Projetos (CPP) de Eficiência Energética 2026, que irá destinar R$ 96 milhões a iniciativas nas áreas de concessão da companhia em São Paulo (R$ 80 milhões), Rio de Janeiro e Ceará (R$ 8 mi cada). 

Segundo a companhia, trata-se do maior volume de recursos já repassado pela empresa por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE), regulado pela Aneel. A iniciativa visa financiar projetos que promovam o uso eficiente da energia elétrica, por meio da modernização de instalações, substituição de equipamentos ineficientes e adoção de novas tecnologias. 

A chamada traz como novidade a possibilidade de inclusão de sistemas de armazenamento de energia em baterias nos projetos apresentados. Os projetos com BESS poderão ser inscritos desde que estejam associados à implantação de GD, como a implantação de sistemas solares fotovoltaicos. 

Podem participar clientes dos segmentos Poder Público, Serviço Público, Iluminação Pública, Comércio e Serviços, Industrial, Rural e Residencial, desde que estejam adimplentes com a distribuidora até o prazo final de submissão das propostas. 

Os recursos foram definidos de acordo com as características e demandas de cada área de concessão. Em São Paulo, o montante destinado também o maior volume já registrado no estado dentro do PEE. 

As propostas poderão ser submetidas até 1º de junho, às 17h. Cada projeto possui valores mínimos e máximos definidos nos editais estaduais e será avaliado conforme critérios técnicos e econômicos estabelecidos pela Aneel, como relação custo-benefício, potencial de economia de energia e contrapartida do cliente. 

A Enel acompanhará a execução dos projetos aprovados por meio de vistorias, auditorias, medições e inspeções, com atenção ao cumprimento de prazos, escopo e metas de economia de energia previstas na regulamentação.

Fonte: Brasil Energia

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