No fim de semana, o Estreito de Ormuz voltou a ser fechado pelo Irã porque o governo Trump não aceitou a abertura monitorada pelo país e manteve um bloqueio contra navios que entram ou saem dos portos iranianos, apreendendo um navio de carga
20/04/2026
No fim de semana, o Estreito de Ormuz voltou a ser fechado logo após o anúncio da sua abertura pelo Irã porque o governo Trump não aceitou a abertura monitorada pelo país e manteve um bloqueio contra navios que entram ou saem dos portos e áreas costeiras do Irã
Mesmo assim, a capital paquistanesa, Islamabad, divulga o encontro em cartazes espalhados nos postes da cidade, mas os governantes do país avisaram que não vão confirmar programação por questão de segurança.
Os EUA divulgaram que enviarão para o encontro o vice-presidente J.D. Vance, e os assessores especiais do presidente Trump, Steve Witkoff e Jared Kushner, mas o Irã não confirmou a participação.
No fim de semana, o Estreito de Ormuz voltou a ser fechado logo após o anúncio da sua abertura porque o governo Trump não aceitou a abertura monitorada pelo Irã e manteve um bloqueio contra navios que entram ou saem dos portos e áreas costeiras do Irã.
No domingo (19), o Comando Central dos EUA (Centcom) anunciou que atacaram e apreenderam um navio cargueiro de bandeira iraniana, chamado Touska, divulgando imagens do desembarque de soldados na embarcação.
Na manhã de hoje Trump aumentou o tom das ameaças ao Irã sobre o impasse das negociações. Ele disse considerar que o prazo de cessar-fogo dos EUA ao Irã termina na quarta-feira às 22h e que é altamente improvável que seja estendido caso o acordo não seja fechado.
Questionado sobre o que aconteceria se o acordo de trégua de duas semanas expirasse sem novos acordos, Trump respondeu: “Então, muitas bombas começam a explodir”.
Na disputa de narrativas, o presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, envolvido nas negociações, respondeu nas redes sociais que o país não negociará sob “ameaças” e insinuou que tem preparado novas capacidades militares caso as negociações fracassem.
Apesar do aparente acirramento do conflito com a troca de acusações públicas, o mercado precifica a possibilidade de acordo, que se reflete nos preços internacionais do petróleo, mantidos hoje abaixo dos US$ 100 o barril do tipo Brent.
Fonte: Brasil Energia



