Projeto em parceria com a PetroCi e a Direction Générale des Hydrocarbures tem objetivo de garantir 19,5 mil km²
15/04/2026
A TGS iniciou um projeto 2D cúbico em águas profundas da Costa do Marfim. Em parceria com a PetroCi e a Direction Générale des Hydrocarbures, o projeto pretende adquirir 19,5 mil km².
Os produtos finais do projeto 2D cúbico devem estar disponíveis no terceiro trimestre de 2026.
Nesta atividade, a TGS utiliza uma solução de interpolação estruturalmente compatível para transformar dados sísmicos 2D em um volume 3D em escala regional. O novo conjunto de dados integra os mais de 14,8 mil km² de dados 2D adquiridos pela TGS em múltiplas campanhas entre 2006 e 2014.
“Para empresas de energia que atuam na região ou que desejam explorar, esse conjunto de dados oferece triagem mais eficiente e avaliações em estágio inicial, ajudando a priorizar as metas de exploração com maior confiança”, disse o vice-presidente Executivo de Multi-Cliente da TGS, David Hajovsky, em comunicado divulgado na terça-feira (14).
Na Costa do Marfim, há duas grandes descobertas comerciais, após um período de 20 anos – ambas feitas pela Eni. A primeira é o campo de Baleine, que foi descoberto em 2021 e, atualmente, produz 62 mil barris de petróleo e mais de 75 milhões de pés cúbicos/d pelas Fases 1 e 2. Com a Fase 3, a previsão é que aumente para 150 mil barris de petróleo e 200 milhões de pés cúbicos.
A segunda é o Calao South (poço Murene South-1X), no bloco CI-501. Esta descoberta é adjacente a de Calao (poço Murene-1X), no bloco CI-205, no qual a descoberta foi anunciada em 2024.
A empresa atua em 10 blocos offshore no país: CI-101, CI-205, CI-401, CI-501, CI-504, CI-526, CI-706, CI-707, CI-708, CI-801 e CI-802.
Fonte: Brasil Energia



