A região está localizada no Setor 4: DW WEST, um dos cinco disponibilizados pela companhia do Suriname no Oferta Portas Abertas
18/06/2026
A Staatsolie, estatal de energia do Suriname, recebeu nesta quarta-feira (17) uma proposta para uma área no Setor 4: DW WEST.
A área está localizada na parte aberta do offshore do país. A proposta faz parte do Oferta de Portas Abertas, o processo de licitação de blocos do Suriname, e empresas qualificadas podem apresentar contrapropostas.
O período de submissão de propostas iniciou no mesmo dia e será encerrado em 15 de setembro, permanecendo em aberto por 90 dias.
O Ofertas Portas Abertas foi lançado em novembro de 2025 e seu objetivo é desbloquear novas oportunidades de exploração offshore em cinco setores da Bacia das Guianas, com uma área total superior a 70.000 km² e profundidades de água variando de 5 a 3.000 m.
As outras áreas são chamadas de Setor 1: Sho west; Setor 2: Sho East; Setor 3: Demerara; e Setor 5: Sho Central. Cerca de 60% da área offshore do país está disponível.
E&P no Suriname
Atualmente, há 14 blocos em consórcio ou com participações únicas no Suriname. A TotalEnergies e a Petronas detêm operação em quatro blocos cada; a Chevron, a Shell e a Petrochina em dois blocos cada.
O Bloco 5 tem a Chevron como operadora (40%) em parceria com a Qatar Energy (20%) e a Paradise Oil Company, subsidiária da Staatsolie (40%); o Bloco 6 tem a operação pela TotalEnergies (40%) em conjunto com a Qatar (20%) e a POC (40%); já o consórcio do Bloco 7, há a Chevron como operadora (80%) e a POC (20%). No Bloco 8, as empresas e as participações são as mesmas do Bloco 6.
A Petrochina é a operadora (70%) em parceria com a POC (30%) dos Blocos 14 e 15, enquanto a Shell opera o Bloco 42 com 33,3% de participação, junto da Hess e a Chevron, ambas com a mesma percentagem. Nos Blocos 48, 52 e 63 a Petronas é a única operadora.
Nos quatro blocos restantes, a TotalEnergies opera o Bloco 58 (50%), junto da APA Corporation (50%), e o Bloco 64 (40%), em parceria com a Qatar Energy (30%) e a Petronas (30%). Por fim, o Bloco 66 é operado pela Petronas (80%) conjuntamente com a POC (20%).
Fonte: Brasil Energia




